Diretora da OMS diz que outra Pandemia é inevitável
A diretora adjunta da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mariângela Simão, afirmou em entrevista à Rádio França Internacional (RFI) nesta terça-feira, 5, que o órgão estuda a criação de um “tratado” sobre pandemias globais para listar formalidades a serem seguidas por nações e empresas em caso de uma emergência semelhante à da Sars-CoV-2 no mundo. [...]

A diretora adjunta da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mariângela Simão, afirmou em entrevista à Rádio França Internacional (RFI) nesta terça-feira, 5, que o órgão estuda a criação de um “tratado” sobre pandemias globais para listar formalidades a serem seguidas por nações e empresas em caso de uma emergência semelhante à da Sars-CoV-2 no mundo.
A diretora da OMS disse, ainda, que o surgimento de outra pandemia é uma certeza no mundo moderno. “Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer”, narrou a diretora da OMS. A especialista, única brasileira na diretora da instituição, lembrou que a crise sanitária gerada pela Covid-19 não ficou restrita a países pobres, o que mostrou que ninguém estava preparado para isso, e lembrou da importância das vacinas como forma de controle da doença.
Com os primeiros casos registrados no fim de 2019, a Covid-19 começou a se espalhar pelo mundo no primeiro trimestre de 2020, quando medidas de isolamento para lidar com a pandemia começaram a ser impostas em diversas nações. Desde então, 219 mil casos e 4,55 milhões de mortes foram registradas globalmente.
Segundo a diretora da OMS, Mariângela Simão, corrida pela vacina fez com que o primeiro imunizante registrado oficialmente em agências reguladoras fosse aplicado no Reino Unido em dezembro de 2020, até o momento, 46,3% da população tomou pelo menos uma dose da vacina e 34,5% está totalmente imunizada. A desigualdade, porém, é evidente no processo de proteção contra o vírus: menos de 3% das nações subdesenvolvidas receberam imunização até o momento.
É uma questão de quando vai acontecer”, narrou a diretora da OMS.

Profissionais de Saúde se vacinam em São José
Prossegue nesta terça-feira (5) a vacinação com a 3ª dose para profissionais de Saúde e trabalhadores de apoio. Os profissionais de hospitais podem se vacinar nos locais de trabalho. Os demais devem comparecer aos postos de vacinação.
Os postos são as Casas do Idoso e UBS’s Resolve (exceto a do Jardim das Indústrias) das 8h às 17h e Colégio Tableau das 8h às 21h.
É preciso apresentar documentação específica (veja lista no site da Prefeitura) e ter intervalo mínimo de 6 meses da 2ª dose.
O intervalo de 6 meses também é necessário para a aplicação da 3ª dose em idosos de 65 anos ou mais, nas Casas do Idoso e UBS’s Resolve (exceto a do Jardim das Indústrias) das 8h às 17h e no Colégio Tableau das 8h às 21h.
No caso da 3ª dose para adultos com 18 anos ou mais com alto grau de imunossupressão, o intervalo é de 28 dias e a vacinação só pode ser feita nas UBS’s Resolve (exceto Jardim das Indústrias).
2ª dose
A vacinação de 2ª continua sendo feita nas Casas do Idoso e UBS’s Resolve (exceto Jardim das Indústrias) das 8h às 17h e no Colégio Tableau das 8h às 21h.
Podem se vacinar quem tomou 1ª dose de Pfizer até 10 de agosto, Coronavac até 16 de setembro e AstraZenece vacinados até 23 de junho (recebem Pfizer) e vacinados entre 24 de junho e 13 de julho (recebem o mesmo imunizante).
1ª dose
A 1ª dose segue para pessoas com 12 anos ou mais sem comorbidades, também nas Casas do Idoso, UBS’s Resolve (exceto Jardim das Indústrias) das 8h às 17h e Colégio Tableau das 8h às 21h.
Quem tem 12 anos ou mais e tem comorbidades, deficiências, gestantes e puérperas até 45 dias só pode receber a 1ª dose nas UBS’s Resolve das 8h às 17h.
Índices
A Prefeitura de São José dos Campos vacinou 1.020.869 pessoas nesta segunda-feira (4) contra a covid-19. A imunização completa (2ª dose mais dose única) já ultrapassou 72% da população apta a se vacinar e mais de 94% desse público tomaram a 1ª dose.
Se a referência for a população geral, a 2ª dose mais a dose única já foi aplicada em 59,6% do total de moradores em São José. No mesmo público, o Estado de São Paulo está com 57,3% e o Brasil com 43,4%.
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