A Suzano encerrou 2025 com resultados recordes, impulsionados pelo aumento nas vendas de celulose e papel, ganhos de eficiência operacional e ampliação da capacidade produtiva. O desempenho reforça a posição da companhia como uma das líderes globais do setor.
Segundo o balanço anual divulgado pela empresa, foram comercializadas 14,2 milhões de toneladas de celulose e papéis ao longo do ano, volume 15% superior ao registrado em 2024. O avanço elevou a receita líquida para R$ 50 bilhões, refletindo o impacto positivo da entrada em operação da fábrica de Ribas do Rio Pardo (MS) e o aumento da produção nas unidades de papel nos Estados Unidos.
O controle de custos foi um dos principais fatores que contribuíram para o resultado. O custo caixa de produção de celulose caiu para R$ 817 por tonelada, o menor patamar desde 2021. A redução foi atribuída às estratégias de eficiência operacional e disciplina na gestão de despesas, permitindo à companhia sustentar margens mesmo em um cenário de preços internacionais menos favoráveis.
A geração de caixa operacional somou R$ 13,9 bilhões, enquanto o Ebitda ajustado alcançou R$ 21,7 bilhões. Como resultado, a Suzano registrou lucro líquido de R$ 13,4 bilhões no período.
A empresa também manteve trajetória de redução da alavancagem financeira. A relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado caiu para 3,2 vezes, em dólar, indicando avanço no equilíbrio financeiro.
De acordo com o presidente da Suzano, Beto Abreu, os resultados refletem a estratégia da companhia em manter disciplina na execução e foco em eficiência, mesmo diante de um mercado desafiador, com preços da celulose abaixo da média histórica.
O balanço também destacou o portfólio diversificado e a presença global da empresa como fatores que contribuíram para a solidez operacional e financeira. O desempenho recorde em vendas, receita e geração de caixa consolida 2025 como um dos anos mais expressivos da história da companhia.









