A primeira superlua de 2026 ocorre neste sábado (3), de acordo com a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. O fenômeno acontece quando a Lua cheia atinge um ponto mais próximo da Terra, o que faz com que o satélite natural pareça maior e mais brilhante no céu.
Para observar a Lua, não é necessário nenhum equipamento especial. No entanto, locais com baixa poluição luminosa e um céu limpo favorecem a visualização do fenômeno. Segundo a Nasa, durante o evento a Lua estará a cerca de 362 mil quilômetros da Terra.
Apesar da classificação da Nasa, o Observatório Nacional, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), adota critérios diferentes e não considera o fenômeno deste sábado como superlua. De acordo com a astrônoma Josina Nascimento, a instituição só utiliza essa denominação quando a distância entre a Lua e a Terra é de 360 mil quilômetros ou menos.
A variação ocorre porque a órbita lunar tem formato elíptico, fazendo com que a distância entre a Lua e o planeta varie aproximadamente entre 356 mil km e 406 mil km.
Além da proximidade lunar, o fenômeno deve coincidir com outro evento astronômico relevante. Segundo o site especializado EarthSky, a superlua deste sábado ocorre durante o periélio, momento em que a Terra está mais próxima do Sol. Ainda conforme o portal, a última vez em que os dois fenômenos aconteceram simultaneamente foi em janeiro de 1912.









